Residência de Estudantes III do Polo II da U.C.

Coimbra, Portugal

Residência de Estudantes III do Polo II da U.C.

Dados Gerais


Área: 12.562m2
Dono de Obra: Universidade de Coimbra
Arquitectura: Serôdio, Furtado & Associados, Arquitectos Lda

 

Detalhes

O edifício com uma área de implantação de 89mx28m que se caracteriza por uma envolvente executada em “betão à vista” e consolas significativas nos lados mais curtos das fachadas, no alçado norte com cinco pisos e cobertura e no alçado sul três pisos e cobertura.

No projeto definiram-se dois espaços, que formam uma unidade estrutural mas têm uma volumetria diferente. Um volume, com 89mx11m em planta nos pisos enterrados aumenta nos pisos elevados para 108mx14m com consolas nos alçados poente, norte e sul. Um outro volume orientado a nascente tem uma forma trapezoidal em planta com 20m de lado no alçado norte e 14m no alçado sul, com duas caves destinadas a estacionamento e um piso a habitação. A altura deste volume a partir do piso térreo é de aproximadamente 9,5m.

A solução estrutural adoptada para o volume a poente, caracteriza-se por um “bloco” de sete pisos, com a envolvente em “betão à vista” com uma disposição irregular de aberturas. Esta fachada desempenha uma função estrutural estabelecendo o apoio das lajes dos diversos pisos na periferia do “bloco” e segurando as consolas dos alçados norte e sul, transmitindo os esforços para as paredes transversais existentes nos alinhamentos laterais das caixas de escadas e elevador adjacentes às consolas. 

Os aspectos mais interessantes do projeto resultam da interligação da estrutura em betão armado com a arquitectura e da compatibilização das várias especialidades, que exige uma coordenação pormenorizada e rigorosa. O comprimento total do edifício sem juntas de dilatação, com o objectivo de evitar a quebra da continuidade das fachadas principais que apoiam as consolas nos topos, a duplicação de elementos verticais e o impacto visual da junta na fachada em betão à vista, obriga a contabilizar no cálculo as variações térmicas e os efeitos diferidos do betão e a limitar a fendilhação do betão a valores admissíveis de cálculo. 

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